sábado, 29 de junho de 2019

Facebook vai distribuir mil bolsas de estudo para formar programadores

São Paulo – O Facebook vai distribuir mil bolsas de estudo para formar programadores front-end no Brasil e em outros países da América Latina.

As oportunidades são para quem demonstrar que não tem recursos para pagar por cursos de formação ou  para quem pertença ou se identifique com qualquer um dos seguintes grupos: mulheres, afrodescendentes, populações rurais, grupos indígenas, migrantes ou refugiados, LGBTQ + O objetivo do programa é aumentar a diversidade no setor de tecnologia.

Os selecionados farão um programa online de 21 semanas na escola de formação em tecnologia Platzi, com sete cursos técnicos e quatro de habilidades básicas para crescimento profissional. A parte técnica compreende trilha de conhecimento que inclui: HTML, CSS e Java Script, Git, Github, HTML5, CSS3, design responsivo, introdução a JavaScript, React.js, Redux.

As aulas estão disponíveis em espanhol e português com as sessões inicial e final ao vivo e três aulas focadas em dúvidas dos alunos. As inscrições vão até o dia 21 de julho pelo site da Platzi. Os aprovados serão anunciados no dia 5 de agosto e o curso começa no dia 9 de agosto.

 

 

 

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Ministro da Educação escorrega de novo em erro de português

Pelo jeito, o atual ministro da Educação, Abraham Weintraub, é um bom garfo. Afinal, de acordo com suas gafes, parece que ele pensa muito em comida. Na última delas, em uma mensagem do Twitter, ele trocou o termo asseclas, que significa correligionários, por acepipes, que são aperitivos ou petiscos. Um erro de português bem indigesto, por sinal.

Atenção aos acepipes: eles levaram o ministro da Educação a cometer um erro de português

Antes, Weintraub já havia tratado o escritor Franz Kafka como Kafta, a iguaria da culinária árabe.

Equívocos como esses são um prato cheio para as críticas. E não só na função de ministro: imagine tais confusões em uma prova de vestibular ou uma entrevista de emprego.

Assim, resolvemos dar uma dica para azeitar o discurso de Abraham Weintraub. E de todo mundo que quer fazer bonito nos estudos ou na carreira.

A melhor receita para evitar esses tipos de bola fora é mesmo enriquecer o vocabulário.

E como fazer isso?

Ora, o melhor jeito mesmo é ler. No caso, textos bem escritos. Porque, senão, talvez a estratégia não adiante muito.

Se Weintraub conhecesse bem a obra de Kafka, por exemplo, não teria passado o vexame de trocar o nome do escritor.

Cardápio contra erro de português

Trata-se muito daquele velho exercício que aprendemos na escola: o de sinalizar em um texto, ainda que mentalmente, as palavras cujo significado desconhecemos. E depois procurá-las no dicionário.

Mas não é necessário ser um voraz devorador de literatura para praticar esse aprendizado.

Podemos enriquecer o vocabulário em conversas com amigos. Ao ler o jornal. Revistas. Bons textos na internet.

E até em algum cardápio de restaurante com mais apetite pela variedade de vocábulos o ministro da Educação poderia se deparar com os acepipes. E evitar seu erro de português.

Fica, assim, a dica: não vomite palavras a esmo. Saiba bem como empregá-las. E saboreie o seu uso adequado.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Cursos gratuitos de qualificação profissional começam em agosto

Quer se preparar para o mercado de trabalho, mas a grana está curta? Então, fique atento a esta dica: até 7 de julho, estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos de qualificação profissional do Programa Novotec Virtual.

As inscrições para os cursos vão até 7 de julho

A iniciativa é da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo (SDE) e do Centro Paula Souza (CPS).

Os cursos, realizados na modalidade de ensino a distância (EaD), são de assistente de desenvolvimento de sistemas e assistente de planejamento.

As aulas começam em 5 de agosto. E usarão a plataforma da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). O conteúdo é do CPS, com acompanhamento de um tutor.

Duração e carga horária

Com carga horária de 10 horas semanais, a duração será de dois semestres, totalizando 400 horas.

São oferecidas 3.000 vagas, abertas a estudantes do ensino médio de escolas da rede da Secretaria da Educação de todo o Estado.

Os interessados nesses cursos gratuitos de qualificação profissional devem se inscrever, também sem custos, pelo site do programa.

terça-feira, 25 de junho de 2019

Brinquedos são ferramenta de desenvolvimento cognitivo infantil

Hora de brincar ou de estudar? Ora, e por que não as duas coisas ao mesmo tempo? Afinal, os brinquedos são potentes instrumentos para o desenvolvimento cognitivo e motor das crianças.

Os brinquedos são uma importante ferramenta para o desenvolvimento cognitivo e motor das crianças

Tipo de presente mais desejado pelos pequenos no Natal ou no aniversário, o brinquedo não serve apenas para a diversão.

Ele desempenha também um papel importante na lapidação das habilidades infantis.

Afinal, o que é desenvolvimento cognitivo?

Quando falamos em desenvolvimento cognitivo, estamos nos referindo ao aperfeiçoamento de uma gama de habilidades e competências mentais.

Essas capacidades são inatas a nós, seres humanos, porém precisam ser refinadas e lapidadas a partir de seu estado bruto.

Esse processo de desenvolvimento se dá por meio da aprendizagem, na qual nos engajamos em todos os dias de nossa vida, ainda que de forma inconsciente.

O desenvolvimento infantil é a fase inicial desse processo de lapidação e uma das mais importantes, pois sedimenta as bases de nossa personalidade e a nossa capacidade de adaptação.

Quando uma criança brinca, não está somente se divertindo mas, sim, aperfeiçoando uma série de habilidades, como raciocínio lógico, atenção, memorização, linguagem, coordenação motora, abstração, adaptabilidade social e resolução de problemas. Como você já deve saber, todos esses aspectos serão necessários durante a vida adulta.

Por que essa evolução é tão acelerada na infância?

Na infância, uma quantidade maior de sinapses é feita em nosso cérebro a partir dos estímulos sensoriais que recebemos. Quanto mais sinapses, maior a capacidade cognitiva.

Para a criança, qualquer estímulo sensorial — toque, fala, audição, paladar, visão etc. — leva à comunicação entre os neurônios, facilitando o aprendizado.

A infância é, portanto, o terreno mais fértil para as descobertas e para a aprendizagem.

Para um bebê recém-nascido, por exemplo, carinho, colo e até a própria voz dos pais são estímulos suficientes para que as sinapses disparem e o mundo comece a ser compreendido, tornando-se cada vez mais familiar.

Qual é a importância dos brinquedos no desenvolvimento cognitivo?

Embora para os adultos a maioria dos brinquedos acabe sendo um jeito de manter a criança entretida enquanto resolvem “questões de gente grande”, a verdade é que eles vão bem além disso.

Os brinquedos, em sua maior parte, providenciam os estímulos sensoriais dos quais a criança precisa para formar mais sinapses e aprender.

Eles são, para seu filho, instrumentos de aprendizagem, tanto quanto um livro o é para um adulto.

À medida que a criança cresce, os brinquedos fornecem oportunidades de aprendizado adequadas ao seu nível de compreensão.

Por meio do tato e da capacidade analítica, auditiva e visual, seu filho se desenvolverá enquanto brinca, lapidando funções cerebrais que mais tarde utilizará para interagir com outros seres humanos, tomar decisões e resolver os entraves do dia a dia.

Leia esta matéria completa no blog Novos Alunos.

Ajuda dos pais em trabalho escolar deve ser de incentivo

“Mãe, me ajuda com a lição de casa?” Nada mais comum do que esse pedido de uma criança. Mas também não são raros os pais que acabam fazendo, eles mesmos, o trabalho escolar dos filhos. É compreensível a preocupação de ver o desenvolvimento constante dos pequenos e as boas notas no colégio. Contudo, a autonomia do aprendizado deve ser incentivada pela família.

A ajuda aos filhos na hora de fazer o trabalho escolar deve se pautar pelo incentivo ao desempenho da criança

Como, então, encontrar o equilíbrio na hora de dar uma forcinha nas tarefas para casa?

Entenda, nesta matéria, como exercer esse apoio da melhor maneira. E sem comprometer o processo de aprendizagem infantil.

Idade da criança x tarefas escolares

Segundo um estudo feito por Harris Cooper, psicólogo e neurocientista da Universidade de Duke (EUA), a idade faz diferença na hora de realizar as tarefas de casa. Quanto mais jovem é a criança, menores são os benefícios das atividades.

Além disso, o psicólogo constatou que os deveres a ser feitos fora do período escolar podem deixar a criança com uma má impressão da instituição de ensino.

Por esse motivo, em primeiro lugar é importante avaliar se a escola está administrando bem a quantidade desses exercícios.

Além disso, os pais podem ajudar com algumas medidas para que o pequeno crie um vínculo positivo com o seu período de estudos. Falaremos sobre elas mais adiante.

O que não fazer

Chegar em casa depois de um longo expediente ou passar o dia envolvido em atividades domésticas é algo que pode tirar o ânimo dos pais. Isso também acaba atrapalhando na hora de orientar os filhos nos deveres e projetos escolares.

Afinal, é muito mais rápido fazer uma conta na calculadora, ou ainda construir sozinho uma maquete. Essas ações parecem mais práticas do que ensinar a criança como realizar cada atividade.

Algumas vezes, o prazo curto também acaba incentivando os pais a assumir o trabalho escolar.

Agir dessa forma apenas parece mais eficiente, mas é um caminho certeiro para acostumar os pequenos com soluções fáceis.

Assim, a capacidade de análise e as etapas de construção do conhecimento são prejudicadas. Separamos, a seguir, algumas atitudes que você deve evitar.

Apressar o tempo da tarefa

Falar que a criança está demorando muito pode deixá-la ansiosa. Ao colocar a tarefa como algo que deve ser terminado logo, o seu filho pode encarar o momento de estudo como algo penoso.

Por isso, respeite o tempo da criança e sempre ofereça ajuda, mas sem interferir.

Continue a leitura dessa matéria no blog Novos Alunos.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Escola do futuro faz uso intenso de tecnologia e envolve famílias

Lápis, papel, quadro, giz. Ensinar, hoje em dia, inclui muitos outros elementos além desses. As mudanças, por sinal, estão relacionadas a transformações que permeiam toda a sociedade. Assim, a escola do futuro é voltada para inovações como o uso de recursos tecnológicos e uma maior interatividade da instituição com as famílias dos alunos.

O uso mais intensivo da tecnologia é uma das características da escola do futuro

A transformação digital está revolucionando a indústria, o mercado de trabalho, as formas de lazer e consumo. E o ensino também sente seus impactos nas rotinas diárias, que adquirem um viés cada vez mais prático.

Leia a seguir como a chamada escola do futuro vai preparar os alunos para a vida.

Escola do futuro: novas formas de aprender ao explorar a informação

A escola do futuro não está mais limitada apenas ao espaço da sala de aula. Da mesma maneira, o educador já não é mais a única referência de ensino e conhecimento — nem mesmo é considerado a fonte máxima do saber.

Atualmente, a escola educa para a vida.

O estudante hoje consegue, com alguns cliques, realizar pesquisas, esclarecer dúvidas ou mesmo descobrir novos universos assistindo a documentários até pelo celular.

Se, em um passado não muito distante, o ritmo da transformação histórica não era tão acelerado, hoje a narrativa está em constante metamorfose.

Mas como isso impacta o ensino? A escola do futuro precisa se adaptar por meio de novos métodos para atingir os resultados esperados.

Separamos as 6 principais mudanças esperadas para o novo ensino; algumas já são realidade em determinadas escolas.

1. Tecnologia como ferramenta de ensino

A principal mudança a ser encontrada na escola do futuro está relacionada ao uso da tecnologia como ferramenta de ensino.

Não se trata mais apenas de inserir computadores ou tablets como ponte para o aprendizado, mas de entender que os recursos da transformação digital colaboram em inúmeras vertentes, como:

• automação de processos, seja substituindo tarefas manuais (a exemplo de registros de notas e presenças) ou na organização da rotina;
• interatividade, estimulando a troca de experiências entre turmas e professores ou com o universo externo ao ambiente escolar;
• digitalização, com conteúdos apresentados em plataformas virtuais e tarefas executadas a partir da interação com telas digitais;
• big data como ferramenta de análise de dados e identificação de comportamentos e falhas tanto em relação aos alunos quanto aos educadores.

O jovem brasileiro passa cerca de 190 minutos por dia na internet. Explorar maneiras de tirar proveito desse tempo é um bom ponto de partida.

Leia mais sobre a escola do futuro no blog Novos Alunos.

Colégios de elite tornam aluno protagonista no aprendizado

Ser proativo na busca por conhecimento: essa é uma das exigências para ter um desempenho bacana no mercado de trabalho atual. Aliás, é algo que pode começar a ser aprendido desde a infância. Algumas escolas já têm se preocupado com isso. São os chamados colégios de elite.

Os colégios de elite acendem uma nova luz sobre o papel dos alunos no aprendizado

Mas, afinal, como eles funcionam? Diversos países estão apostando nessa revolução educacional para substituir o padrão tradicional.

Nesta matéria, você vai entender melhor as diferenças desses colégios premium em relação às escolas convencionais. Confira a seguir.

Colégios de elite, o que são?

Os colégios premium são aqueles que apresentam uma nova estrutura para educar os alunos, tornando-os não mais apenas ouvintes, mas sim atuantes dentro do instituto de educação.

Isso resulta em uma aprendizagem mais certeira, em que eles descobrem como resolver os problemas que enfrentarão no dia a dia, tornando-se os líderes do amanhã.

Os colégios de elite apresentam mais atividades interativas e coletivas, visando a uma maior participação do aluno na construção do conhecimento.

Dessa forma, ele tem um rendimento maior e absorve melhor o conhecimento passado e desenvolvido dentro da sala de aula e dos laboratórios.

Mas afinal, qual a diferença de um colégio tradicional para um de elite?

Vamos então explicar quais as principais diferenças entre esses dois tipos de instituição.

Estilo

Professores na frente da sala, escrevendo informações importantes no quadro e falando sobre a matéria: essa é a “cara” de um colégio tradicional.

Às vezes, surgem trabalhos e atividades que envolvem mais a participação do estudante, mas o padrão de aula é mesmo o de professor-aluno e provas.

Nos colégios de elite, essa realidade é bem diferente. As atividades individuais são pouco valorizadas, sendo o foco em tarefas interativas que estimulem a criatividade e o trabalho em grupo.

Leia mais no blog Novos Alunos