quarta-feira, 29 de maio de 2019

Por que ter uma horta na escola melhora o desempenho dos alunos ?

Com a crescente presença da tecnologia no cotidiano do público adolescente e infantil, as crianças têm tido cada vez menos contato com a natureza, o que afeta não só a conscientização sobre a necessidade da preservação do meio ambiente, mas também o desenvolvimento humano e social delas.

Projetos como a horta na escola têm sido a saída para as instituições de ensino preocupadas em resgatar essa relação tão importante.

Conforme uma pesquisa realizada pelo Royal Horticultural Society em parceria com a National Foundation for Educational Research (NFER) — institutos que promovem a horticultura e a educação, respectivamente —, as crianças que fazem atividades na horta da escola melhoram o seu desempenho acadêmico, físico e mental quando comparadas aos alunos que não possuem essa experiência no ambiente escolar.

Ajudar a plantar as sementes das verduras ou a regar as plantas na horta são atividades físicas que ajudam no desenvolvimento motor infantil

Oferecer espaços para o cultivo dentro da escola infantil aproxima os alunos da natureza, gerando uma importante relação afetuosa com a mesma, de modo a conscientizá-los sobre a importância de cuidarmos das plantas e do meio ambiente no geral.

Essa proximidade e afetividade com a natureza, é o primeiro passo para a construção efetiva e permanente de hábitos sustentáveis.

  • Apresenta a origem dos alimentos

Saber o que está sendo consumido, quais são os nutrientes necessários para o crescimento e de onde vêm os alimentos é fundamental para as crianças, que estão iniciando a formação dos seus hábitos.

Ao colocarem a mão na terra e plantarem frutas e verduras na escola, os alunos se familiarizam com os alimentos, compreendem do que eles são feitos e como podem contribuir para uma alimentação adequada.

Dessa forma, é possível incutir no seu filho o hábito de se alimentar saudavelmente desde cedo, ajudando-o a distinguir o tipo de alimento que lhe faz bem dos que não trazem benefícios para a sua saúde.

Isso diminui os riscos de desenvolvimento de doenças, o torna consciente sobre a importância de comer bem e, com certeza, acaba com cara feia na hora de comer salada no jantar.

  • Equilibra o uso de eletrônicos e o contato com a natureza

Apesar de oferecer diversos benefícios, o uso da tecnologia também pode trazer riscos para as crianças — como o isolamento, distúrbios emocionais e o distanciamento da natureza.

Ter um espaço que estimula o contato com o meio ambiente na instituição de ensino é essencial para equilibrar o uso de eletrônicos com o conhecimento a respeito do ecossistema.

O primeiro contato com a natureza é capaz de abrir portas para despertar a curiosidade do aluno sobre o assunto, fazendo com que ele tenha um estímulo a mais para participar de atividades ao ar livre em vez de ficar o dia todo conectado aos aparelhos eletrônicos.

  • Promove o desenvolvimento motor

Ajudar a plantar as sementes das verduras ou a regar as plantas na horta são atividades físicas que ajudam no desenvolvimento motor infantil, de maneira a otimizar a movimentação e o equilíbrio dos pequenos e deixando as suas ações mais precisas.

Além disso, participar da horta na escola infantil contribui com o melhoramento do desenvolvimento cognitivo e sensório-olfativo, uma vez que os alunos recebem novos conhecimentos sobre a natureza, tocando, visualizando e comendo aquilo que plantam.

  • Possibilita a aprendizagem na prática

Absorver a teoria em sala de aula e colocar os conhecimentos em prática é crucial para potencializar o processo de aprendizagem.

A horta na escola pode servir de base para o aprendizado das disciplinas e dos seus conteúdos. Na aula de ciências, por exemplo, os alunos podem acompanhar de perto como se dá o nascimento e o crescimento das plantas. Já nos ensinamentos de matemática, o professor pode trabalhar economia doméstica por meio do uso dos alimentos plantados.

O cultivo de uma horta cria situações de aprendizagem reais e diversificadas, o que permite ampliar a inserção e as discussões dos temas trabalhados dentro da sala. Ou seja, ao plantar frutas e verduras, as crianças também poderão colher conhecimentos que serão levados pela vida toda.

Quer saber mais sobre o assunto ? Confira a matéria completa no Blog Novos Alunos.

Site de aulas atrai 3 milhões de universitários e vai a escolas e concurso

terça-feira, 28 de maio de 2019

Inscrições para Encceja se encerram nesta sexta-feira

As provas do Encceja serão aplicadas no dia 25 de agosto em 611 municípios

Não terminou os estudos e quer voltar à sala de aula ? Você tem até sexta-feira, 31, para se inscrever no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2019.

Voltado para estudantes do ensinos fundamental ou médio, a inscrição é gratuita e deve ser feita pela internet.

Quem pode se candidatar?

Para participar, os interessados precisam ter, no mínimo, 15 anos para o ensino fundamental; enquanto para o certificado do ensino médio, a idade mínima é 18.

 Quando acontece

As provas serão aplicadas no dia 25 de agosto em 611 municípios. O processo é composto por quatro provas objetivas, cada uma com 30 questões de múltipla escolha, e uma redação.

A nota mínima exigida para obtenção da proficiência é de 100 pontos nas provas objetivas e de cinco pontos na redação.

Resultados

Aqueles que conseguirem a nota mínima exigida em todas as provas garantem o direito ao certificado de conclusão. Já os que alcançarem a nota mínima em uma das quatro provas, ou em mais de uma, mas não em todas, terão direito à declaração parcial de proficiência.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibiliza na página do Sistema Encceja apostilas com material de estudo para os participantes de nível fundamental e médio.

Veja também: Como baixar apostilas grátis para estudar para o Enem

segunda-feira, 27 de maio de 2019

10 livros que combatem a gordofobia para ler antes de morrer

Antes de começar a lista, quero propor um exercício. Pare e pense: quantas personagens gordas, protagonistas e com vidas interessantes e/ou invejáveis você já encontrou em livros?

Pra mudar isso, fizemos esta lista com 10 livros que se você ainda não leu, vai querer ler imediatamente. Eles foram escritos por mulheres gordas, ou por mulheres que pesquisam e falam sobre corpo, alimentação e resistência.

1. A Gorda, de Isabela Figueiredo

Capa do livro “A Gorda”, de Isabela Figueiredo

Escrito pela moçambicana que vive em Portugal, Isabela Figueiredo, o romance é uma sátira a respeito da auto-imagem e do preconceito. Com recursos da autoficção, a autora publicada no Brasil pela todavia em 2018 nos apresenta Maria Luísa, protagonista desta história, que é ao mesmo tempo, engraçada e cruel. A protagonista é uma moça inteligente, estudiosa, boa filha e dona de uma personalidade forte. Até aí, tudo bem. Mas ela é gorda. E essa característica a leva por rumos que ela não esperava. Os relacionamentos, a família, o trabalho, sua relação com o mundo e o amor funcionam sob esta perspectiva. No corpo gordo, a personagem aguenta, com resignação, as piadas, insultos e incômodos por ser gorda. Mas, a história nos traz também redenção, o corpo como casa, o corpo que não cabe no papel, na sociedade, no amor. E ainda sim, existe.

2. Fome, a autobiografia do (meu) corpo, de Roxane Gay

Livro “Fome”, de Roxane Gay

Narrado em primeira pessoa, o livro conta a história da (Má) feminista, negra, descendente de haitianos que se tornou autora best-seller, publicada no Brasil pela Globo Livros, após sofrer um abuso sexual aos 12 anos e passou a utilizar seu próprio corpo como esconderijo contra os seus piores medos. Para afastar os olhares alheios e o desejo masculino, passou a comer compulsivamente. Na comida, encontrou o alento necessário para tentar esquecer o que tinha acontecido. Roxane escondeu o estupro coletivo sofrido por anos. Mais precisamente, até conceber o livro, que não é uma narrativa bem-sucedida sobre perda de peso. É a narrativa de uma mulher gorda, que é bem sucedida. Engraçada, impetuosa e bem-humorada, ela é também uma potência, que marca o tempo em que vivemos. A obra é dolorosa, mas é também ousada e arrebatadora.

3. Fominismo, de Nora Bouazzouni

Livro “Fominismo” de Nora Bouazzouni

Escrito pela jornalista francesa Nora Bouazzouni, o livro recém-lançado no Brasil, com tradução de Fernanda Marçolla, pela Quintal Edições, traz ensaios sobre corpo, alimentação, patriarcado e feminismo. E a junção disso tudo, à mesa. As discussões propostas pela autora são bastante atuais para o Brasil, a obra disseca as muitas relações entre sexismo e comida. Uma das questões é: se lugar de mulher é na cozinha, por quê mais de 90% dos cheffs são homens?  Movida por inúmeras perguntas que passam por tarefas domésticas, agricultura, meio ambiente, body shaming, Nora acredita que a comida serve para manter as mulheres no lugar que lhes foi designado há milênios: o da subserviência e através do livro tenta explicar como comida, sexo e gênero estão ligados e como a alimentação sempre possibilitou o subjugo das mulheres.

4. Não Sou Exposição, de Paola Altheia

Livro “Não Sou Exposição”, de Paola Altheia

Com origem no blog e no canal de mesmo nome, o livro da nutricionista Paola Altheia, é, no mínimo, polêmico, uma vez que ela se posiciona contra as dietas e acredita que são elas as responsáveis por boa parte dos problemas de saúde e dilemas com a balança. Inspirada por estudos e vivências em consultório, Paola, publicada pela Quintal Edições, conduz o leitor ao entendimento da absurdidade de diferentes situações que se dissolveram em momentos diários, passando a ser parte da regra e da “normalidade”. De acordo com ela, controlar os corpos femininos, em pequenos –  e grandes – detalhes, é uma trama enredada em lucro e poder. E, através da obra, propõe estratégias de luta contra esse sistema.

6. O mito da beleza, de Naomi Wolf

Livro “O mito da Beleza”, de Naomi Wolf

Com o subtítulo “como as imagens de beleza são usadas contra as mulheres”, o livro da jornalista Naomi Wolf, publicado no Brasil pela editora Record e traduzido por Waldéa Barcellos tornou-se um clássico – haja vista que a primeira edição no país é datada de 1991 –  que nos traz uma nova visão a respeito da relação entre beleza e identidade feminina. De acordo com ela, o culto à beleza e à juventude é estimulado pelo patriarcado e atua como mecanismo de controle social, a fim de evitar que as mulheres sem empoderem e sejam livres de maneira intelectual, sexual e econômica.

Com a obra, a jornalista confronta a indústria da beleza, a representação opressora da mulher na literatura e na mídia, nas relações entre gêneros e toca em assuntos espinhosos, como distúrbios alimentares, mentais e ainda o desenvolvimento da indústria da cirurgia plástica e da pornografia.

7. Poder Extra G, de Thati Machado

Livro “Poder Extra G”, de Thati Machado

Campeã de acessos na plataforma Wattpad, a história da Ninca – e do Nico, da Marcela e do Noah viralizou e se tornou o livro “Poder Extra G”, escrito pela carioca Thati Machado. Uma história empoderadora, um Young Adult que nos apresenta a personagem de 92 kg, cheia de amor próprio, atitude e carisma. Publicado pela Astral Cultural, o subtítulo dá conta da história “o amor pode ter muitas curvas”, e esse romance ambientado em Buenos Aires é delicioso. Quer esquecer tudo? os problemas? A opressão? A não aceitação do corpo? A dica é mergulhar na história da Nina, que no país dos hermanos, descobre que a viagem pode lhe render muito mais do que uns quilinhos extras.

8. Amor Plus Size, de Larissa Siriani

Livro “Amor Plus Size”, de Larissa Siriani

A aposta da jovem autora em um tema pra lá de relevante é notável. O livro de Larissa, publicado pela Versus Editora, já denuncia, no título, a que veio. Trata de amor. E trata de uma adolescente gorda. Mais um Young Adult pra lista, que mostra Maitê, uma jovem de 17 anos, mais de 100 kg e uma jornada incrível de autoconhecimento, aceitação e empoderamento, enquanto descobre seu lugar no mundo, após passar a infância e parte da adolescência sendo resumida pelo peso e é justamente este fator que muda completamente a vida dela, quando ela encontra Isaac. E mais, só lendo o livro para saber. Mas, uma dica pode ser dada: a personagem central descobre que não precisa ser igual a todas as outras mulheres para ser feliz.

9. Gabyanna Negra & Gorda

Livro “Gabyanna – Negra & Gorda”, de Gabriela Rocha

Mais uma autoficção entra para esta lista. O livro de Gabriela Rocha, com ilustrações de Airá OCrespo traz as aventuras de uma mulher negra e gorda que sonha burlar as estatísticas da solidão de quem possui estas características. Apesar de todas as dificuldades, nãos e traições, ela não desiste de buscar alguém para viver um relacionamento amoroso. Pelas páginas do livro, acompanho inúmeros encontros, viagens, festas, baladas, situações divertidas e românticas com Gabyanna, mas não há qualquer tipo de resposta. Não sabemos o que a faz viver em busca, mas não encontrar alguém com quem dividir a vida, mas entendemos que o fato de ser negra e gorda contribuem para isso. Na obra, enquanto a vida de Gabyanna no Rio de Janeiro está parada, ela recebe uma proposta para se mudar para Oslo, na Noruega e acaba aceitando trocar os 40 graus do Rio de Janeiro pelas temperaturas negativas do país nórdico e o leitor é levado, com ela, a encarar esta nova etapa, num livro que é extremamente divertido, apesar de tocar em assuntos polêmicos como racismo, gordofobia e sexualidade.

10. Dumplin´, de Julie Morphy

Livro “Dumplin´, de Julie Morphy

Com um filme homônimo recém-estreado na Netflix, este livro publicado no Brasil pela editora Valentina é tudo que esperamos de uma obra que trata de mulheres gordas. Nos vemos diante de uma protagonista jovem, destemida e inesquecível, que se empodera, mesmo após sofrer bullying e ter uma relação absurdamente tóxica com a mãe. O resultado é a autoaceitação, num clima de Young Adult de sessão da tarde, mas que torna-se inesquecível, com a Willowdean Dickson, apelidada de Dumplin´ (bolinho de massa, em tradução livre) pela mãe, uma ex-miss incapaz de largar a obsessão pelo corpo, pela magreza e pela aceitação da sociedade. Em companhia da melhor amiga, a Ellen, a protagonista é divertida e vive situações bastante interessantes na rede de fast-food onde trabalham, com o garoto por quem se apaixona e um concurso de Miss Jovem Flor do Texas, que ela participa com amigas fora do padrão, mostrando ao mundo que adolescentes gordas são lindas e talentosas. A obra é um emaranhado de autoestima que não nos faz querer largar.

Que tal? Já é um excelente começo para desconstruir muita coisa sobre gordofobia, pressão estética e padrões. Boa leitura.

Embaixada da França oferece mais de 60 bolsas para universitários

A Embaixada da França oferecerá mais de 60 bolsas de estudo parciais aos brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil que estejam participando do processo de candidatura às universidades públicas francesas, nos níveis da graduação (Licence) e pós-graduação (Master).

Os estudantes contemplados receberão uma exoneração parcial das taxas universitárias, devendo arcar com uma inscrição equivalente a 170 euros anuais para a graduação e 243 euros para a pós-graduação.

Sem o benefício, as taxas correspondem a 2770 e 3770 euros, respectivamente. As bolsas não preveem a cobertura de outros gastos, como a tarifa do procedimento de candidatura ou pré-consular, taxas consulares, seguros, passagens aéreas, etc.

13 MANEIRAS DE CONSEGUIR BOLSAS DE ESTUDO EM BOAS UNIVERSIDADES  

Bolsas de Estudo: interessados deverão enviar seus dossiês pré-consulares, no site da Embaixada, até as 17 horas do dia 9 de junho de 2019

Critérios

O critério para a obtenção do benefício é a excelência acadêmica. Serão analisados os históricos escolares, testes de proficiência, currículo e motivações dos candidatos.

Facilitação de vistos 

As bolsas fazem parte do programa “Bienvenue en France”, anunciado no final de 2018 por Édouard Philippe, primeiro-ministro francês. O objetivo do programa é melhorar as condições de acolhimento e recepção de estudantes internacionais na França. Além de triplicar o número de bolsas de estudos, estão previstas medidas como facilitar a obtenção de vistos e aumentar o número de formações oferecidas em inglês.

Inscrições

Aqueles que realizaram a sua candidatura pela plataforma “Études en France” já estão concorrendo e não precisam realizar nenhum procedimento complementar. Já os estudantes que realizaram as candidaturas diretamente nas instituições ou via plataforma Parcoursup deverão enviar seus dossiês pré-consulares, na plataforma, até as 17 horas do dia 9 de junho de 2019.

Veja também: Estude no exterior com uma destas quatro bolsas de estudo interna

Estude no exterior com uma destas quatro bolsas de estudo interna

Graduação no exterior

Como a maioria dos principais destinos de estudo inicia o ano letivo na metade do ano, agora é a hora para dar início ao seu próximo período de admissão no exterior. Neste caso, antecedência é a chave do negócio. Com tempo suficiente, você pode pesquisar e encontrar uma bolsa de estudo que ajude-o a realizar o sonho de estudar no exterior.

Esta é uma decisão com potencial de mudar a sua vida para melhor. Estudar em outro país traz inúmeros benefícios além dos acadêmicos e profissionais, como independência, comunicação, tolerância à diferença, multiculturalismo, fluência em um idioma estrangeiro, entre muitos outros. E com uma bolsa de estudo, você consegue aliviar a parte que mais costuma preocupar as pessoas que se decidem por um curso no exterior: as despesas.

Quatro bolsas de estudo em países anglófono

A seguir, nós selecionamos quatro exemplos de universidades de países anglófono – onde o inglês é o idioma oficial – com bolsas de estudo disponíveis anualmente. Esperamos que este seja o pontapé inicial da sua jornada rumo à um diploma de graduação ou pós-graduação internacional!

1. Trent University, Canadá

Fonte: Youtube/Trent University

A Universidade Trent está localizada em Ontário, no Canadá, onde recebe estudantes internacionais de mais de 80 países. Graças a este número, a instituição costuma oferecer bolsas de estudo especificamente para os novos estudantes estrangeiros, chamadas Trent International Global Citizen Scholarships and Awards.

A Trent seleciona os bolsistas de acordo com o mérito acadêmico: os candidatos devem comprovar ótimo desempenho acadêmico, serviços comunitários, potencial de liderança e também algum tipo de necessidade financeira.

As bolsas de estudo internacionais da Trent são parciais e valem entre C$ 2.000 a C$ 22.000 por ano acadêmico (sem contar a acomodação).

Entre em contato com a Trent University para saber mais.

2. St Cloud State University, Estados Unidos

Fonte: Youtube/St Cloud State University

Localizada no Minnesota, um estado na região Centro-Oeste dos Estados Unidos, a St Cloud State University também é uma instituição multicultural e oferece mais de 200 cursos de graduação e 60 de pós-graduação. Para os dois níveis de estudos acadêmicos, a Universidade disponibiliza a bolsa de estudo Academic & Cultural Sharing Scholarship (ACSS, ou, em português “Bolsa de Estudo de Compartilhamento Acadêmico e Cultural”).

Para poder concorrer, o estudante internacional deve ter o status de visto F-1 ou J-1 e atender aos critérios de seleção de um curso da universidade. A bolsa de estudo é válida para os seguintes programas de estudo:

·         Centro de Inglês Intensivo;

·         Online;

·         MBA

·         Programas da St Cloud State na Plymouth;

·         Doutorados

Os candidatos devem ser admitidos em um dos cursos da universidade e participar da orientação no início do semestre realizada pelo Centro para Estudos Internacionais. Uma vez selecionados, os bolsistas precisam manter um GPA acumulativo de 2.5 durante os estudos de graduação (ou 3.0 para pós-graduações) e também o status legal do visto de estudante.

Os bolsistas participam de duas atividades culturais e acadêmicas por semestre ao longo dos estudos como parte da Academic & Cultural Sharing Scholarship.

Entre em contato com a St Cloud State University para saber mais.

3. University of Sheffield, Reino Unido

Fonte: Youtube/University of Sheffield

A Universidade de Sheffield é uma das 100 melhores do mundo e faz parte do prestigioso grupo das principais instituições de ensino superior do Reino Unido, o Russell Group. Sheffield é uma das três cidades universitárias mais populares do país e a Universidade, fundada em 1905, desenvolve pesquisas de repercussão internacional.

A University of Sheffield oferece dois tipos de bolsas de estudo para novos estudantes internacionais de graduação:

·         A International Undergraduate Scholarship é uma bolsa integral para estrangeiros não europeus válida para todos os cursos, com exceção Medicina e Odontologia. Não há inscrição à parte para a bolsa, todos os estudantes internacionais candidatos às graduações são automaticamente avaliados.

·         A International Undergraduate Merit Shcolarship é uma bolsa de estudo por mérito acadêmico equivalente a um desconto de 50% no valor de qualquer graduação da Sheffield, com exceção de Medicina e Odontologia. Primeiramente, você precisa ser selecionado em um curso da Sheffield com início em setembro de 2019. Você deve ser um estudante autofinanciado e capaz de bancar pelas despesas no exterior para concorrer.

Entre em contato com a University of Sheffield para saber mais.

4. Edith Cowan University, Austrália

Fonte: Youtube/Edith Cowan University

Na Austrália, assim como no Brasil, ambos localizados no Hemisfério Sul, o ano letivo começa entre janeiro e fevereiro, durante o verão. Sendo assim, os candidatos têm ainda mais tempo para se preparar para o processo seletivo em 2019.

A Edith Cowan University está localizada em Perth. Esta cidade não é normalmente a primeira que vem em mente quando se pensa na Austrália – Sydney e Melbourne, por exemplo, são mais populares –, no entanto, ela tem intensificado sua campanha para atrair mais estudantes internacionais, e a ECU é uma das suas instituições de ensino superior mais importantes.

Ela também oferece dois tipos de bolsas de estudo para graduações – International Undergraduate Scholarship e International Undergraduate Merit Shcolarship, mas infelizmente esta última não está disponível para estudantes do Brasil.

Já a International Undergraduate Scholarship recebe inscrições até o dia 30 de julho de 2019 e equivale a um desconto de 20% no valor do curso. Para se inscrever, você já deve ter sido admitido em uma graduação da ECU; ter planos de começar os estudos em 2019, 2020 ou 2021; atender a todos os requisitos de admissão da Universidade; e não ter recebido nenhuma outra bolsa de estudo ou patrocínio.

Não há necessidade de fazer nenhuma inscrição à parte para a Bolsa de Estudo Internacional de Graduação. Basta passar pelo processo seletivo e a ECU automaticamente avaliará a sua elegibilidade.

Entre em contato com a Edith Cowan University para saber mais.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Escola em período integral: entenda os benefícios

Durante muito tempo, o colégio integral foi encarado negativamente por alguns pais, que carregavam o peso da perspectiva do assistencialismo nas costas. Afinal, essa educação era vista apenas como uma forma de permitir que pais e mães que trabalhavam o dia todo tivessem um local seguro para deixar seus filhos.

Mas tal concepção definitivamente não condiz com a realidade! Por isso, neste post vamos mostrar por que o ensino em tempo integral não só pode ser referência de qualidade como na verdade supera, por uma série de razões, o ensino em período regular.

Então, vamos desmistificar alguns pontos a respeito da educação em horário integral? Prepare-se para entender como sua real finalidade é promover uma melhor, mais ampla e profunda escolarização de crianças e adolescentes! Acompanhe as próximas linhas.

Passar tempo com os pais em atividades como assistir TV ou ir ao shopping é ótimo, mas é lazer e não uma atividade educativa

O tempo no ensino integral é muito bem planejado

A hipótese de que “quanto mais tempo a criança passa com os pais, mais efetiva será sua educação” já está completamente superada nos dias de hoje. Essa reversão de ideias aconteceu ao se perceber que, por mais que o contato da criança com os pais seja fundamental para o aprendizado e para sua formação psíquica e emocional, uma educação efetiva a seu lado só acontece em condições ideais.

E mesmo que esse fosse o caso, ainda seria preciso levar em consideração não apenas a quantidade, mas principalmente a qualidade. Passar tempo com os pais em atividades como assistir TV ou ir ao shopping é ótimo, mas é lazer e não uma atividade educativa.

Já em um colégio integral, as atividades são metodicamente pensadas e desenvolvidas para que misturem lazer e aprendizado na medida certa, fazendo com que a criança interaja, assimile conteúdo e se sociabilize.

Sabia que até os momentos de descanso são organizados, levando em conta que os estudantes precisam de para as atividades, para interação em grupo e também para estarem sozinhos?

Tudo isso não só permite mais qualidade e diversidade na educação do aluno como também dá mais leveza para o tempo passado com os pais, permitindo que sejam majoritariamente despretensiosos momentos de lazer.

As atividades não são brincadeiras de criança

Não se engane: atividades lúdicas não são brincadeiras inocentes com o objetivo de entreter as crianças na escola enquanto os pais trabalham. Em um colégio integral de qualidade, essas atividades envolvem jogos e tarefas estruturados cuidadosamente para estimular o convívio com os colegas, o raciocínio rápido, a interação com o ambiente e o trabalho em grupo.

Essas qualidades são necessárias não apenas para construir um adulto melhor preparado do ponto de vista pessoal, mas também para dar uma mãozinha em sua futura vida profissional. Afinal, trabalho em equipe, liderança e bom convívio certamente se farão necessários.

Na prática, se você pensar bem, logo chegará à conclusão de que não é muito comum que as crianças tenham acesso a toda essa riqueza de oportunidades quando passam mais tempo em casa, na companhia dos pais. Nesse cenário, o que acaba acontecendo com muito mais frequência é que os estudantes gastem grande parte do seu tempo com jogos eletrônicos, em frente à televisão ou ao computador.

O aprendizado na escola em tempo integral é mais significativo

Uma educação que almeja construir adultos mais autônomos e críticos em sua tomada de decisões deve facilitar a inclusão da criança como atuante no papel de construção do conhecimento, dando tempo ao tempo na realização de atividades mais aprofundadas e interativas.

O ensino integral proporciona tudo isso e muito mais! Esse diferencial é particularmente benéfico para as aulas de idiomas que, com mais tempo, podem se transformar em verdadeiras incursões pela cultura da língua, em vez de apenas uma convencional atividade de assimilação de conteúdo baseada em aulas expositivas e em questionários.

Além do mais, também há mais tempo para as disciplinas expressivas, como as artes e música. No calendário sempre apertado das disciplinas regulares, tais matérias quase sempre ficam em segundo plano, não é mesmo? De fato, a expressividade é fator primordial no ensino voltado para experiências de vida, fortalecendo a criatividade de crianças e adolescentes.

Com isso, o colégio integral também se mostra uma vantagem poderosa na construção de melhores adultos. E olha que nem sequer chegamos a mencionar a motivação para os estudos, que chega às alturas com esse tipo de estímulo!

As escolas em tempo integral são mais abertas

Logo você verá como é comum que o colégio integral seja mais livre de formalidades desnecessárias. A própria maneira com que o espaço da escola é utilizado já é um bom exemplo. Justamente porque em tempo integral é possível trabalhar melhor a interação da criança com o espaço, regras rígidas, que limitem seu ir e vir, passam a não ser tão necessárias.

Outro ponto a favor da autonomia está relacionado às idas ao banheiro e à vontade de beber água ou de usar a biblioteca, por exemplo. No colégio integral, a criança aprende desde cedo a tomar tais decisões por conta própria, sem precisar de horário marcado. Além do mais, essa liberdade transforma sua rotina em uma jornada mais agradável, sem excessivas e estressantes limitações de horário.

 Quer saber mais sobre o assunto ? Confira a matéria completa no Blog Novos Alunos.