A plataforma Profes, que conecta alunos a professores particulares em todo o Brasil, lançou a campanha Aulas Solidárias. A ideia já reúne mais de 500 professores que se prontificaram a dar mais de 1.200 aulas gratuitas ao vivo e online. São aulas em diversos horários, todos os dias, de 6h a 22h.
O aprendizado disponível é em todos os campos do conhecimento. Há cursos de idiomas, como inglês, espanhol, francês ou italiano, além de aulas particulares de matemática, física, química, redação e todas as demais disciplinas. Também é possível encontrar professores particulares para aulas específicas com conteúdo para concurso público!
Para começar uma aula, basta entrar na página da campanha, procurar por disciplina, por nível ou por horário, entrar na sala de aula virtual no horário indicado e assistir gratuitamente!
Conheça outros cursos gratuitos oferecidos por universidades ou sites educacionais:
A empresa social Soulphia, que oferece oportunidades de reinserção para moradoras de abrigos dos EUA, preparando-as para ensinar inglês pela internet, vai liberar o acesso à sua nova plataforma online de ensino, gratuitamente, por 30 dias.
A iniciativa tem como objetivo somar esforços no combate à disseminação do novo coronavírus, incentivando as pessoas a obedecerem à recomendação de permanecer em casa e, dessa forma, aproveitar esse tempo para investir na própria formação.
Que tal aprimorar o seu inglês com tutoras nativas?
Para ter acesso gratuito a todo o conteúdo e cursos de inglês da Soulphia, basta fazer um cadastro neste link. Não há necessidade de incluir dados bancários ou de cartão de crédito. A confirmação do cadastro e informações de acesso à plataforma são enviadas por e-mail ao aluno.
Entre os conteúdos que poderão ser acessados, estão as videoaulas sobre os mais diversos assuntos e também as Masterclasses, que são as aulas diárias realizadas ao vivo com as tutoras atendidas pelo projeto.
Além das aulas gratuitas por 30 dias, os novos alunos terão acesso também ao curso Inglês para Viagens do professor e digital influencer Paulo Cunha (@MrTeacherPaulo).
Como nasceu o projeto?
O Soulphia iniciou suas atividades em 2017, com um projeto piloto que utilizou computadores de um abrigo no bairro do Bronx, em Nova York. Assim, seis tutoras ministraram mais de 500 aulas para cerca de 40 alunos recrutados via Facebook.
A experiência foi um sucesso, gerando a implantação oficial e a consequente expansão da plataforma. O nome é inspirado pela união entre a palavra ‘Soul’ (alma em inglês, ou a essência de uma pessoa), e o termo grego ‘Sophia’, cujo significado original é sabedoria.
Conheça outros cursos gratuitos oferecidos por universidades ou sites educacionais:
Buscando alternativas para estudar e aprender algo novo durante o período de isolamento social? O governo do estado de São Paulo está com 18 mil vagas para cursos gratuitos de qualificação profissional do programa Via Rápida Virtual.
Ficar em casa é uma medida recomendada para enfrentamento ao novo coronavírus. Por isso, as inscrições e as aulas são realizadas de forma online, no modelo de ensino à distância.
São quatro cursos de curta duração (80 horas), em áreas de gestão e tecnologia de informação, oferecidos pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp): gestão administrativa; planejamento empresarial; lógica de programação e banco de dados.
As inscrições têm início nesta quinta-feira , 26, e podem ser realizadas até o dia 5 de abril através do site do programa. Clique aqui para se inscrever!
Quem pode se inscrever?
Podem se inscrever candidatos que tenham idade mínima de 16 anos, alfabetizados e domiciliados no estado de São Paulo. Caso o número de inscritos seja superior ao número de vagas, serão priorizadas as pessoas desempregadas, com baixa renda e com deficiência.
A convocação dos candidatos selecionados ocorrerá por e-mail. As aulas têm previsão de início no dia 13 de abril e os cursos virtuais deverão ser concluídos em até dois meses. Para receber o certificado de conclusão, o aluno deve completar a carga horária completa do curso virtual.
Conheça outros cursos gratuitos oferecidos por universidades ou sites educacionais:
Aproveite o tempo livre (se houver) em quarentena — medida necessária para conter o avanço do novo coronavírus no Brasil — para aprender algo novo e no ritmo que você quiser. Para isso, a plataforma digital do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) disponibilizou gratuitamente mais de vinte cursos livres e de extensão universitária.
A categoria de cursos de extensão universitária oferecem certificado de conclusão e têm vagas limitadas. As aulas ofertadas trazem conhecimentos nas áreas de gestão, negócios, empreendedorismo, educação e saúde, por exemplo.
Já com os cursos livres, que não possuem certificado de conclusão, você poderá aprender sobre nutrição, beleza, saúde emocional, autoliderança e educação financeira. Confira abaixo a relação de cursos oferecidos pelo Senac:
Cursos livres do Senac:
As 5 dimensões da autoliderança
Autoliderança na construção da imagem profissional
Caminhos para liberdade financeira
Como dar feedbacks?
Como pedir e receber feedbacks?
Cultura de paz
Estilo e imagem pessoal
Gestão do tempo
Neurociências das emoções
Nutrição e diabetes
Redação corporativa no dia a dia
Reforma da previdência
Restauro e conservação de acervo bibliográfico
Inclusão de pessoas com deficiência
Cursos de extensão universitária do Senac:
Docência e mediação pedagógica online
Elaboração de materiais didáticos com recursos tecnológicos
Envelhecimento cerebral e saúde mental na velhice
Estratégias de negociação internacional
Gestão das potencialidades humanas e avaliação de desempenho
Logística internacional e operações globais
Planejamento estratégico orientado ao setor público
Primeiros passos para empreender
Produção de conteúdos para EAD
Supply Chain Management
Curtiu alguns dos cursos? Acesse a página do Senac para fazer a inscrição e começar a aprender algo novo!
Conheça outros cursos gratuitos oferecidos por universidades ou plataformas educacionais:
Com a antecipação do recesso escolar de julho, que ocorre até 9 de abril, provocada pelo surto do novo coronavírus, mais de 1 milhão de alunos e 80 mil educadores estão em isolamento social. O Brasil inteiro tomou medidas semelhantes, são famílias inteiras sem sair de casa ou apartamento.
Para ajudar a manter uma vida ativa, o Impulsiona convocou professores de educação física a mandarem ideias de atividades físicas simples e que garantem saúde e movimento durante a quarentena.
Os exercícios ajudam a liberar o estresse, aumentam a disposição, fortalecem o sistema imunológico e combate o sedentarismo em um momento em que práticas esportivas e academias não são recomendadas pelas autoridades de saúde.
Quem é professor da rede municipal de ensino pode participar mandando seu vídeo para o WhatsApp (21) 99668-4109 ou para o e-mail: contato@impulsiona.org.br. Lembre-se de informar seu nome completo, cidade e estado.
Confira aqui alguns vídeos enviados por educadores físicos do Brasil inteiro e saia do sofá também!
Instituições de ensino superior recorrem à educação a distância para manter o ritmo de estudos em locais onde as faculdades e universidades não estão funcionando, para evitar a propagação do novo coronavírus. Esta semana, o Ministério da Educação (MEC) publicou portaria autorizando a modalidade, ressaltando que a qualidade das aulas deve ser mantida. A Agência Brasil conversou com especialistas para esclarecer como as instituições devem se preparar e quais os direitos que os estudantes têm neste momento.
A portaria publicada pelo MEC na quarta-feira, 18, autoriza que as aulas sejam transmitidas de maneira remota. Para isso, o MEC deve ser comunicado, e as instituições que optarem pela oferta a distância devem se preparar. As regras não valem para práticas profissionais de estágios e de laboratório, que só podem ser realizadas presencialmente.
Na quinta-feira, 19, o MEC autorizou também que sejam dadas a distância as disciplinas teórico-cognitivas do primeiro ao quarto ano dos cursos de medicina. Até então, nenhuma aula desses cursos poderia ser dada por meios remotos.
“É importante que se entenda que essas medidas são provisórias”, diz Luiz Curi, presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), que é a entidade responsável, entre outras coisas pelo cumprimento da legislação educacional e por zelar pela qualidade do ensino. “A instituição tem que fazer um esforço complementar no sentido de permitir o cumprimento da portaria com qualidade. Todo mundo tem que fazer um esforço extra para que as coisas ocorram na normalidade”.
Curi ressalta que as normas para metodologias da educação a distância continuam em vigor. Mas, em resposta a consulta feita pela Associação Brasileira de Mantenedores de Ensino Superior (Abmes), o CNE esclareceu que no que diz respeito à pandemia da covid-19, as decisões tomadas no âmbito do Comitê Operativo de Emergência instituído pelo MEC, “sobrepõem-se a quaisquer outras manifestações inerentes ao sistema federal de ensino”, ou seja, as regras podem ser alteradas nos próximos dias.
Orientações para as aulas
Durante a semana, o Semesp, entidade que representa mantenedoras de ensino superior, realizou uma série de webinários para tirar dúvidas sobre a migração para as aulas online. O diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato, destacou que uma possibilidade é de as instituições terem uma equipe de apoio para orientar professores na elaboração de novos planos de aulas e no desenvolvimento de estratégias para cumprir o programa. As opções são muitas, como a utilização de plataformas de educação a distância (EaD), aulas ao vivo, o envio e recebimento de exercícios, vídeos e áudios por WhatsApp, entre outras.
“Essas possibilidades mantêm os professores trabalhando e em contato com os alunos. Eles vão compreender que não se está transportando as aulas só com plataforma Ead, mas fazendo algo onde os professores estão junto com os estudantes”, diz.
Capelato orienta que as decisões das instituições sejam pensadas, organizadas em um plano e comunicadas aos estudantes. “Os alunos precisam entender claramente as regras, entender como vai ficar. Deixar claro que segue o mesmo ensino, só muda o meio. O estudante continua com os professores à disposição”.
O diretor presidente da Abmes, Celso Niskier, que também acompanha a situação e orienta as instituições privadas, complementa: “O que é importante é que as instituições, seja pelas aulas remotas ou por reposição [posterior das aulas], cumpram o programa das disciplinas, para que não haja prejuízo acadêmico para os alunos. Isso garante que a gente enfrente a crise sem maiores turbulências”.
Instituições federais
Em universidades e institutos federais, o MEC informou na sexta-feira, 20, que ampliou a capacidade de webconferências. Agora, mais de 123 mil estudantes e professores poderão ser beneficiados. Antes, eram 82 mil os que usavam esses recursos.
Além disso, terão acesso a 15 salas de reuniões simultâneas de webconferência – uma unidade pode receber até 75 participantes. Antes, eram 10 salas simultâneas. As salas virtuais podem ser acessadas por computadores pessoais e smartphones.
A capacidade total do serviço de 1,7 mil acessos simultâneos passa, agora, para 10 mil. O MEC anunciou que aumentou também a capacidade do serviço de videoconferência de 10 para 30 salas virtuais, com até 15 pontos remotos em cada sala. Para realizar as reuniões, de acordo com a pasta, basta que o usuário se conecte a um computador, a uma televisão disponível na sua instituição, utilizando um navegador web.
Direitos dos estudantes
Segundo o diretor de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Igor Britto, não há ainda razões para os estudantes pedirem o dinheiro de volta, a redução, ou não pagarem as mensalidades. No caso das aulas terem sido suspensas, elas ainda poderão ser repostas.
“A gente tem que pensar que a despesa das instituições de ensino se mantém. Elas estão mantendo o pagamento dos professores”, diz e acrescenta: “Temos que considerar que estamos passando por um momento inédito na história do mundo”.
Ele ressalta, no entanto, que cabe às instituições buscar alternativas de qualidade para que não sejam questionadas posteriormente.
“Não há motivos para professores, universidades e instituições de ensino não comunicarem e não orientarem os alunos a respeito de tudo que podem fazer. Uma coisa que podemos dizer, aquela faculdade que, neste momento, não está buscando alternativas para se comunicar com os alunos, para orientar estudos a distância, atividades e exercícios, elas terão sérios problemas de reclamação dos consumidores na medida em que não há justificativa para não fazer isso”, diz, acrescentando que até mesmo as redes sociais podem ser usadas para o ensino.
De acordo com o último Censo da Educação Superior, dos cerca de 8,5 milhões de estudantes universitários no país, 6,4 milhões, o equivalente a aproximadamente 75% dos estudantes estão matriculados em cursos presenciais. Segundo monitoramento divulgado pela Abmes, há, em todos os estados e no Distrito Federal, interrupções de aulas presenciais em instituições públicas e privadas de ensino superior.
A gente sabe que não é um período fácil. Por conta do avanço do coronavírus, a recomendação é ficar em casa. Para você passar esse tempo de isolamento de maneira mais produtiva, separamos 40 sites com cursos online gratuitos oferecidos por universidades ou plataformas educacionais. Só vai!