terça-feira, 20 de outubro de 2020

Perdeu o ritmo de estudos durante a pandemia? Veja sites com aulas de reforço

Mesmo para quem tem acesso à internet e a uma plataforma adequada ao ensino a distância, os estudos deste ano foram comprometidos. As aulas remotas também trazem um ritmo diferente a quem se acostumou a décadas de explicações presenciais.

Perdeu o ritmo de estudos durante a pandemia? Veja sites com aulas de reforço

Apesar das mudanças de calendário, os exames estão chegando e toda ajuda é bem-vinda. Separamos alguns sites que trazem material on-line e gratuito.

Aulas de reforço

Criado em 2008 pelo Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, Rede Latinoamericana de Portais Educacionais, Organização dos Estados Ibero-Americanos, entre outros, o Banco Internacional de Objetos Educacionais  (Bioe) é um repositório com diversos conteúdos educacionais.

No site, existem áudios, vídeos, animações, simulações, mapas e hipertextos. Para aproveitar o material, basta acessar o site do Bioe.

Marcado pelo isolamento social, a preparação para os vestibulares e o Enem precisa de reforço

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) tem um programa gratuito de Ensino Médio Digital. A plataforma oferece textos, vídeos, exercícios, simulados, sites para estudo e outros recursos educacionais voltados a melhorar o desempenho dos estudantes no Enem.

AprimoraMente reúne conteúdo de educação gratuita e diversos parceiros educacionais, como Khan Academy e Calcule Mais. Além dos sites voltados a estudantes de Ensino Médio e vestibulandos, há uma variedade de outros cursos de aprimoramento e para crianças.

Veja também: Cursos gratuitos reforçam pontos importantes de matemática

Saiba como baixar provas antigas para estudar para o Enem

Está se preparando para o Enem? A dica do site Novos Alunos, do SEB (Sistema Educacional Brasileiro), é estudar para o exame usando as provas anteriores. É possível conquistar ótimos resultados estudando e treinando a partir do que foi cobrado nas edições passadas.

Inep disponibiliza provas antigas do Enem

As questões são relacionadas às mais diversas áreas do conhecimento. Logo, existe uma grande quantidade de assuntos que podem ser cobrados no exame. Entretanto, alguns tópicos são bastante recorrentes, marcando presença em quase todas as suas edições.

Em matemática e suas tecnologias, por exemplo, constantemente os candidatos se deparam com questões sobre porcentagem, funções, probabilidade e estatística. Já questões sobre matrizes são mais raras.

No caso de linguagens, códigos e suas tecnologias, o foco da prova não costuma ser em regras gramaticais ou ortografia, mas em interpretação de textos e variações linguísticas.

Gráfica receberá R$ 63 milhões para imprimir provas do Enem 2020

Ao fazer provas anteriores, o candidato tem a chance de comparar o que foi cobrado em uma ou outra edição, conseguindo, com isso, encontrar certos padrões nas questões. Assim fica mais fácil saber sobre quais assuntos vale a pena estudar mais a fundo e quais raramente aparecem no exame.

No site do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) é possível consultar e baixar as edições de 1998 a 2016 das provas do Enem e também os respectivos gabaritos (a partir da aplicação em 2009).

Confira mais dicas aqui.

Veja também: Conheça 5 segredos de quem foi aprovado em medicina

Inep divulga desempenho de universidades brasileiras

Estudantes de universidades públicas federais e de cursos presenciais têm os melhores desempenhos em avaliações que medem a qualidade dos cursos de educação superior no país, de acordo com os resultados divulgados hoje, 20, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Entre os cursos que entraram na avaliação, estão medicina, enfermagem e engenharias.

Inep divulga desempenho de universidades brasileiras

Os resultados são do chamado Conceito Enade, calculado com base no desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) de 2019. A cada ano, um conjunto diferente de cursos é avaliado. No ano passado, foram os cursos das áreas de ciências agrárias, ciências da saúde e áreas afins; engenharias e arquitetura e urbanismo; e os cursos superiores de tecnologia nas áreas de ambiente e saúde, produção alimentícia, recursos naturais, militar e de segurança.

Levando em consideração o desempenho dos estudantes nas provas, os cursos são classificados seguindo uma escala de 1 a 5. O conceito 3 é uma espécie de média. Aqueles que tiveram um desempenho menor que a maioria recebem conceitos 1 ou 2. Já os que obtiveram desempenho superior, recebem os conceitos 4 ou 5.

Conceitos

Estudantes de universidades públicas federais e de cursos presenciais têm os melhores desempenhos

Entre as federais, 46% dos cursos ofertados conseguiram conceito 4 e 24,1%, conceito 5, que é o mais alto. Já entre as instituições privadas com fins lucrativos, aquelas que concentram o maior número de estudantes matriculados que fizeram a avaliação, 11% dos cursos obtiveram conceito 4 e 1,4%, conceito 5. A maior porcentagem dos cursos em instituições privadas com fins lucrativos obteve conceito 2, ou seja, “abaixo da média”, 40,9%.

Em números, de acordo com o Inep, considerando todas as instituições de ensino avaliadas, públicas e privadas, foram quase 144 mil estudantes se formando em cursos com desempenhos 1 ou 2 no país em 2019.

Os cursos presenciais também obtiveram melhores desempenhos que os cursos a distância. Entre os presenciais, no total, considerando todas as instituições de ensino, 20,7% obtiveram conceito 4 e 6,3%, conceito 5. No ensino a distância, 10,7% alcançaram conceito 4 e 6%, conceito 5. Cerca da metade desses cursos ficou “abaixo da média”, 46% com conceito 2 e 5,3%, com conceito 1.

Os cursos a distância são, no entanto, minoria entre os avaliados em 2019. De acordo com o Inep, a educação a distância representa apenas 2% dos cursos participantes.

Evolução

Entre os cursos que entraram na avaliação, estão medicina, enfermagem e engenharias

O Inep divulgou também os resultados do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD). Esse indicador considera, além do Enade, o desempenho dos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A meta é avaliar o quanto os estudantes progrediram no curso de ensino superior, verificando como entraram e como deixaram a faculdade.

Por esse indicador, as universidades federais seguem com as maiores porcentagens entre os cursos com os maiores conceitos, concentrando, no conceito 4, 21% dos cursos que oferecem e no 5, 6,2%. Mas, a diferença cai em relação às privadas com fins lucrativos – 14,1% ficaram com conceito 4 e 4,5%, conceito 5.

Na educação presencial, 16,7% alcançaram conceito 4 e 4,8%, conceito 5. Já na modalidade a distância, 14,3%, conseguiram conceito 4 e 3,1%, conceito 5.

O Enade é um exame feito por estudantes – ao final dos cursos de graduação – para avaliar conhecimentos, competências e habilidades desenvolvidas ao longo do curso.

A prova é composta de 40 questões, divididas em formação geral, que avalia aspectos da formação profissional relativas a atuação ética, competente e comprometida com a sociedade em que vive, e componente específico, voltada para as competências, habilidades e objeto de conhecimento de cada uma das áreas de conhecimento avaliadas.

As informações são da Agência Brasil – Rio de Janeiro.

Veja também: Conheça cursos gratuitos em universidades estrangeiras feitos em português

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Inadimplência em cursos de graduação cresce no 1º semestre no país

O número de alunos de graduação com mensalidades em atraso subiu no primeiro semestre de 2020 no país. Estudo realizado pelo Semesp, o sindicato de mantenedoras dos estabelecimentos de ensino superior, mostra que a taxa de inadimplência no ensino superior brasileiro privado ficou em 11% no período, valor 29,9% maior que nos mesmos meses do ano passado. Apesar da inadimplência ser maior em cursos de educação a distância (EaD), as mensalidades em atraso nos cursos presenciais apresentaram maior aumento nesse período, em torno de 33,1%.

Inadimplência em cursos de graduação cresce no 1º semestre no país

Segundo dados da 4ª edição da Pesquisa sobre o Cenário Econômico Atual das Instituições de Ensino Privadas, a inadimplência com os estabelecimentos de grande porte, acima de 7 mil alunos e 32,6% da pesquisa, ficou em 11,8%, enquanto as instituições de pequeno ou médio porte – com 7 mil alunos, 67,4% da pesquisa – atingiram 10,6% no mesmo período. O levantamento, sem caráter científico, foi realizado com base em uma amostra de 53 instituições de ensino superior do país.

Pandemia

A inadimplência se deve aos efeitos causados pela pandemia de covid-19 no cenário político-econômico brasileiro, segundo o Semesp, como o crescimento do número de desempregados, redução da renda dos trabalhadores, dificuldades de acesso ao crédito estudantil, além das incertezas sobre o retorno das aulas presenciais. “Os impactos econômicos e sociais provocados pela pandemia de covid-19 ainda estão sendo sentidos pelas diversas instituições de ensino superior privadas no Brasil.”

 Apesar da inadimplência ser maior em cursos EaD, o atraso nos cursos presenciais teve o maior aumento nesse período

No estado de São Paulo, a taxa de inadimplência no ensino superior privado ficou em 10,1% no primeiro semestre de 2020, valor 47,7% maior que no mesmo período de 2019. Apesar da taxa de inadimplência ser menor que no Brasil (11,0%), as mensalidades em atraso no estado apresentaram maior variação nesse período (no Brasil o aumento foi de 29,9%). Na região metropolitana de São Paulo, a inadimplência aumentou 43,3%, puxada pelo atraso do pagamento de cursos presenciais. Já no interior do estado, a variação chegou a 51,1% com taxa de 9,9%.

Segundo o Semesp, a taxa de desistência temporária ou definitiva nos cursos de ensino superior foi de 10,1% no primeiro semestre, o que corresponde a um aumento de 14,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. As maiores taxas foram sentidas nos cursos de ensino a distância (EaD), mas a variação foi maior para os cursos presenciais.

No estado de São Paulo, a taxa de evasão no ensino superior privado ficou em 11,2% no semestre, valor 18,7% maior que no mesmo período de 2019. Em 2020, a taxa ficou maior entre os cursos EaD (18,1%). A variação na taxa de evasão foi maior no interior (aumento de 24,9%), onde a evasão ficou em 11,8%.

A taxa de novos alunos ingressando nas universidades privadas no segundo semestre caiu 19,8%, sendo uma redução de 38,2% para cursos presenciais e de 13,2% para cursos EaD. O impacto foi maior para as pequenas e médias instituições de ensino superior, com queda de 35,4%.

No estado de São Paulo, o número de novos alunos registrado no segundo semestre de 2020 foi menor que em 2019, apresentando uma queda de 18,1%, puxada pelo ensino presencial (queda de 31,2%). A maior queda foi sentida na região metropolitana de São Paulo, que apresentou um número de ingressos 18,6% menor agora no segundo semestre.

De acordo com o Semesp, as taxas de rematrícula sofreram queda de 89,7% no segundo semestre do ano, taxa 2,6% menor que no mesmo período de 2019. Em São Paulo essas taxas caíram 3,4%, com a maior queda sentida na modalidade presencial. O interior do estado apresentou uma taxa de rematrícula menor (88,1%) do que a região metropolitana (90,0%) e também uma maior redução no mesmo período (4,4%).

As informações são da Agência Brasil – São Paulo.

Veja também: Mais de 1.800 professores universitários foram demitidos em meio à pandemia em SP

domingo, 18 de outubro de 2020

Pesquisa mostra aumento da confiança de professores para ensino on-line

Pesquisa com professores que lecionam em 26 estados e no Distrito Federal, em 118 cidades brasileiras, mostra que 82,4% deles se sentem extremamente ou muito confiantes com relação ao seu preparo técnico para o ensino on-line, enquanto, no início da pandemia do novo coronavírus, 52,9% se sentiam totalmente despreparados, ou muito pouco preparados tecnicamente, quando as aulas virtuais se iniciaram em março, como forma de evitar a disseminação do vírus.

Pesquisa mostra aumento da confiança de professores para ensino on-line

Com relação ao tempo de preparo das aulas, 96,6% dos professores relataram impacto, o que certamente contribuiu para o desgaste físico e emocional, enquanto 3,4% disseram que não tiveram prejuízos. Já com relação à duração de tempo de aula, 76.6% afirmaram que o tempo de preparação sofreu impacto e 23,1% responderam não ter tido influência na duração de tempo de aula.

A pesquisa foi realizada pela International School e contou com o apoio do EDC Collab – Educational Development Centre, plataforma colaborativa co-criada em 2019 por professores de todo o país.

Aos mais de 300 professores indagados na pesquisa, 49,5% têm atuação direta na educação infantil, 63,40% no fundamental e 11,70% no ensino médio. Dados colhidos na pesquisa mostraram o tipo de dispositivos utilizados pelo professor nas aulas online, sendo 19,7% desktop com internet, 83,7% laptop com internet, 45,5% celular com internet e 7% tablet com internet. Cerca de 66.8% disseram não compartilhar esses mesmos dispositivos com algum membro da família e 33.2% afirmaram o contrário. A pesquisa foi realizada em agosto deste ano, e contou com 325 participantes.

Saúde mental dos professores

De acordo com a pesquisa, 91,7% confessaram ter procurado ajuda psicológica durante esse período e 8,3% não buscaram plataformas de aconselhamento de saúde mental. Quando perguntados o quão se sentem preparados emocionalmente desde o início da pandemia até os dias atuais, o cenário é positivo. Entre  os entrevistados, 64,6% relataram que no início das aulas remotas se sentiam totalmente ou muito inseguros emocionalmente, ao passo que, hoje, a percepção é outra: 58,5% se sentem muito ou totalmente confiantes, um dado que surpreendeu positivamente.

De acordo com a pesquisa, 91,7% confessaram ter procurado ajuda psicológica durante a pandemia

“A área da educação foi uma das mais afetadas nesse contexto, e para os professores, o peso é ainda maior: as expectativas depositadas foram enormes, pois esperava-se que eles resolvessem todas as questões educacionais, ajudando alunos a continuar aprendendo como antes – em um contexto totalmente diferente – e sem terem tido, na maioria dos casos, a oportunidade de receber formação adequada prévia para iniciar as aulas remotamente”, comentou a gerente do Educational Development Centre da International School, Catarina Pontes.

Diante dos obstáculos da profissão, esse sentimento tem mudado e sido positivo, opina Catarina. “Esses números nos mostram que, apesar de a situação estar longe de ser ideal, nossos camaleões estão superando as dificuldades outra vez e, também, ilustram a importância da formação dos docentes”.

Com relação às escolas oferecerem alguma formação extra neste período, 46.2% dos respondentes disseram que não receberam e 53.8% – confirmaram que foi oferecida. Já com relação a se haviam feito algum outro curso fora do colégio de atuação, 31.1% afirmaram que não buscaram e 68.9% responderam que aderiram a outros estudos de aperfeiçoamento neste período. Já no quesito desenvolvimento profissional 17,2% não se aprimoraram durante esse tempo, enquanto 82.8% sentiram necessidade de recorrer a essas ferramentas.

As informações são da Agência Brasil – São Paulo.

Veja também: Mais de 1.800 professores universitários foram demitidos em meio à pandemia em SP

Professores da rede estadual de São Paulo poderão fazer curso de Libras

O governo de São Paulo recebe, até a próxima quarta-feira, 21, inscrições para o curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras), que está sendo oferecido a profissionais que atuam na rede estadual de ensino. A atividade, programada para o período de 27 de outubro a 15 de dezembro, tem por objetivo promover a inclusão de pessoas com deficiência auditiva e surdez, por meio do aprimoramento da comunicação das equipes.

 Professores da rede estadual de São Paulo poderão fazer curso de Libras

As vagas são destinadas a servidores de magistério, apoio escolar e da Secretaria da Educação, além de profissionais das redes municipais de ensino. Divididas em três módulos, as aulas totalizarão 40 horas e serão ministradas às terças e quintas-feiras, das 17h15 às 18h45, em ambiente virtual.

A ação é organizada pelas Secretarias dos Direitos da Pessoa com Deficiência e de Educação, por meio da Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Efape). Para realizar a inscrição e participar do curso, basta acessar o site da instituição.

Professores da rede estadual de São Paulo poderão fazer curso de Libras

Conforme menciona o governo estadual, vivem, no estado de São Paulo, mais de 3 milhões de pessoas com deficiência. Ao todo, 14,49% delas têm deficiência auditiva.

As informações são da Agência Brasil – São Paulo.

Veja também: Primeiro estudante surdocego se forma na UnB

Primeiro estudante surdocego se forma na UnB

Em tempos de pandemia, a foto do formando com o diploma na mão é tirada na sala de casa. Se a cena parece “comum” nos dias de hoje, o retrato tirado pelo estudante Iury Moraes, este semestre, mostra o contrário. Primeiro estudante surdocego a se formar na Universidade de Brasília (UnB), Iury ultrapassou inúmeros desafios para exibir, orgulhoso, o “canudo” na mão.

Iury Moraes é o primeiro estudante da Universidade de Brasília surdo e cego a se formar num curso de graduação.

O jovem de 26 anos nasceu com catarata e surdez profunda congênita e ingressou no curso de Letras, em 2016. Ele também foi o primeiro estudante surdocego a entrar na instituição.

Veja também: Cursos gratuitos de Libras e Braille levam estudante à linguagem da inclusão

Com ajuda da mãe, Elemregina Moraes, Iury conta que sempre estudou em escolas públicas em Brasília, com colegas com e sem deficiência, surdos e cegos ouvintes.

Para ele, ter pessoas com deficiência estudando em escolas regulares força as instituições a promoverem políticas de acessibilidade e inclusão.

A diretora do Instituto de Letras da UnB, Rosana Rigota, relata que os desafios foram muitos – para ele e para a universidade.

Primeiro estudante surdocego se forma na UnB

Iury se formou em licenciatura em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e português como segunda língua. Cerca de 30 surdos, três deles surdocegos, estudam atualmente no Instituto de Letras da UnB.

Segundo a presidente do Grupo Brasil de Apoio ao Surdocego e ao Múltiplo Deficiente Sensorial, Cláudia Sofia Pereira, há pelo menos 7 mil estudantes com essa deficiência no Brasil.

Iury não pretende parar. Dar aulas, fazer mestrado e doutorado estão nos planos do jovem. Perguntado se, diante das dificuldades, pensou alguma vez em desistir, ele foi categórico: “nunca”.

As informações são da Rádio Nacional – Brasília.

Veja também: Mãe e bebê surdas conversam em libras em vídeo encantador