quinta-feira, 13 de junho de 2019

Slams e saraus dessacralizam literatura em Feira do Livro de Ribeirão

Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto-SP acontece entre os dias 9 e 16 de junho

Da ancestralidade africana fincada na oralidade dos griôs – tradição secular que consiste no compartilhamento de histórias, conhecimentos ou tradições de um determinado povo, a poesia ganhou as ruas de Chicago, na década de 1980, em forma de batalha.

Dali para o mundo surgia o movimento do spoken words que, em 2008, sob regência da atriz paulista Roberta Estrela D’alva, chegaria a São Paulo, abrindo caminho para a dessacralização da literatura.

Bares, praças, esquinas, vielas, becos se tornaram palco de resistência e panfletagem da poesia falada. Versos e rimas, inspirados na rotina periférica de seus porta-vozes, ganham eco.

Como os baianos da Tropicália ou os mangueboys recifenses, ergue-se um novo estandarte da cultura à margem. Surge, de São Paulo para o Brasil, a insurreição dos slams e saraus da periferia – a resposta de uma geração que optou desobedecer os parâmetros tradicionais da linguagem culta.

Na 19ª edição da Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, que acontece até o próximo domingo, 16, a literatura periférica tem lugar cativo.

Com o tema “Entre uma História e Outra, uma Nova História”, a programação reúne mesas de debate, oficinas, apresentações literárias e protagonistas do movimento como Sérgio Vaz, Mara Moura, Luiza Romão, Ni Brisant, Sarau da Cana, Disseminas entre tantas outras atrações.

Literatura dos canaviais

Realizado todo último domingo do mês, o Sarau da Cana surgiu para incluir Ribeirão Preto na etapa mundial de poesia falada, que acontece todos os anos em Paris.

Organizado por Beto Souza e Natália Marques, o projeto resgata a memória dos trabalhadores da cana de açúcar- responsáveis por uma das principais atividades agrícolas e econômica da região. “Toda essa tecnologia, conhecida como hoje como mar de cana, foi trazida por africanos e desenvolvidas pelos afrodescendentes. Ou seja, o facão é um instrumento, uma tecnologia africana desenvolvida no Brasil.  Por isso nosso símbolo é o facão, em memória daqueles que viveram e vivem derrubando cana. Às pessoas que construíram esse país”, destaca Natália.

Slam da Cana foi criado para inserir Ribeirão Preto na cena da literatura periférica nacional – Crédito: Catraca Livre

Sobre a participação do slam na feira, Souza ressalta a promissora cena de slams e saraus da cidade. “Se você andar por aí vai achar uma batalha de poesia por semana, fora os saraus. Tem muita inciativa da literatura periférica acontecendo. É importante que os coletivos ocupem esses espaços para as pessoas conhecerem e saberem o quanto isso é nosso”.

Natália chama atenção para a função da oralidade como resistência e preservação da ancestralidade africana. “A gente ressalta muito essa relação da resistência, e não só essa que é importante agora; falamos também da que sempre existiu – a resistência do povo negro. E a poesia que nada mais é que a oralidade. Então acho que é muito importante nesse momento preservar essa tradição de mais de 400 anos e o quanto é necessário ver esse movimento da literatura periférica feito por jovens”.

Destaca também a relação da ancestralidade em manifestações culturais como o rap e o samba. “Pra gente poder conectar nossa ancestralidade com isso que acontece agora, no contemporâneo, essa relação com com o rap, a poesia e os slams, tem uma potência ainda maior. Se a gente pensar, a relação da poesia sempre existiu, no samba, partido alto. O que a gente tá fazendo é dar sequência a essa manifestação de resistência”.

Literatura periférica x Geração Manguebeat

Para o jornalista e escritor Xico Sá, destaque da programação, o movimento dos slams e saraus pode ser considerado uma resposta ao atual momento do país. “Eles estão dizendo ‘olha nós temos uma literatura, nós uma história para mostrar’.

Apesar disso, rejeita o rótulo ‘marginal’ atribuído ao movimento. “Não podemos ficar só nesse rótulo de literatura marginal, é literatura. Eu não gosto muito disso de rótulo porque é pequeno e deixa circunscrito a um certo tipo de consumo”.

Ganhador de importantes prêmios do jornalismo, Xico Sá é um dos principais cronistas brasileiros contemporâneos – Crédito: Roberto Galhardo

Ressalta ainda que o movimento não se restringe a Rio de Janeiro ou São Paulo, mas que acontece no Brasil inteiro. E o comparou à geração Manguebeat, da qual foi um notório entusiasta. “Esse movimento todo, que não é só no Rio ou em São Paulo, é muito parecido com o que aconteceu em Recife naquele período. O núcleo da manguebat tinha a classe média do Recife, mas junto ao pessoal de Peixinhos, um bairro pobre quase alagadiço entre Olinda e Recife, que foi muito significativo para a manguebeat, por meio dessa união”.

Em sua avaliação, slams e saraus podem ser considerados uma renovação para o cenário do hip hop no país, graças à fusão da literatura e do rap. “ São essas coisas que dão esperança, que vão organizar uma resistência, um sarau, com a molecada do nordeste. É daí que virá uma bela de uma  resposta”

Literatura é gentileza

Criada há 19 anos com o objetivo de reunir artistas da periferia e desconstruir o estereótipo elitista associado à cultura, o Sarau da Cooperifa se tornou símbolo de resistência artística. Para o poeta Sérgio Vaz, seu idealizador, a literatura periférica pode ser encarada com um canal de entrada na mente dos jovens.

É onde a literatura é tratada com gentileza. “Eu faço a gentileza de falar e você, a de ouvir. É nessa troca que entra a literatura. Então, de alguma forma, a gente tá dessacralizando algo muito sagrado. Para nós, do sarau, sagrado não é quem escreve, é quem lê”.

Cofundador do Sarau da Cooperifa, movimento literário criado em 2001 transformou uma das noites de um bar, na periferia de São Paulo, em Centro Cultural – Crédito: Danilo Marques

Rap, o primeiro grito de independência

Porta-voz de uma geração de poetas e escritores, Vaz credita ao rap nacional a principal inspiração para o surgimento da Cooperifa. “A Cooperifa é fruto do rap. Vem das posses, de ocupar o lugar simples, que era o bar. Tem a ver também com os griôs, da ancestralidade da  fala, da poesia oral. Até porque o rap foi o primeiro grito de independência da periferia, uma coisa que trouxe voz, gritando lá no passado, e a gente se juntou a isso. Por esta razão, acho que os slams e os saraus não só bebem como devem a essa fonte”.

Responsável por um dos mais importantes projetos literários do país, Vaz acredita que o movimento representa a ressignificação da rua, do bar, das praças, viadutos e espaços onde são realizados os slams e saraus. “Lugares que não eram reconhecidos como ponto de cultura  hoje fomentam a literatura. Se tornou antídoto contra o que está acontecendo no país”.

Poesia da diversidade

Vice-campeã da etapa nacional de slams, – a primeira mulher – Luiza Romão, que também foi  destaque da programação, ressaltou o caráter diversificado da poesia periférica. Destacou também a importância da criação de uma nova narrativa e como esta diversidade reverbera nos temas abordados. “É muito interessante quando a Feira convida autores periféricos, feministas, trans, abrindo espaço para vozes que durante muito tempo foram silenciadas – mas que sempre existiram. É importante porque estamos combatendo uma história única”.

Nascida em Ribeirão Preto, Luiza Romão é poeta, atriz, slammer e arte-educadora – Crédito: João Thiago

O impacto

Segundo pesquisa recente, os slams acontecem em mais de 149 comunidades no Brasil inteiro. Em 18 estados, entre os quais Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, evidenciando a potência da literatura periférica. “Se você olhar pra história da literatura, existia uma relação muito privada com o livro – você lê o livro sozinho, no silêncio da sua casa. E o slam e o sarau, em geral, promovem a literatura no espaço público. A literatura volta a ter o aspecto coletivo que sempre teve. Como experiência coletiva e pública”.

Quer saber mais sobre a programação da Feira do Livro ? Confira a programação que segue até domingo. 

Veja também: À procura da poesia perfeita: conheça slams e saraus em SP

quarta-feira, 12 de junho de 2019

5 dicas para estudar online para os vestibulares de julho

Com a proximidade dos vestibulares de julho, a necessidade de estudar e revisar tudo o que foi aprendido em cada disciplina é cada vez maior. É fundamental que os vestibulandos estejam focados e preparados para encararem as provas e ingressarem no ensino superior.

Porém, nem todos os alunos têm a oportunidade de frequentar um cursinho presencial, por conta de diversos fatores – como o alto custo das mensalidades, horários das aulas, trajeto até o local do curso, entre outros.

Uma alternativa para tais dificuldades são os cursos online que, geralmente, estão disponíveis no Youtube, blogs e sites especializados, possibilitando o aprendizado de uma forma fácil e prática, sem que o aluno precise sair de casa, com horários mais flexíveis, além de terem uma linguagem simples e bastante didática.

Na reta final para os vestibulares de julho, muitos estudantes podem não estar se preparando da forma mais eficiente para encarar as provas – iStock/Divulgação

O Professor Ferretto, maior influenciador de matemática da América Latina, lista alguns benefícios de se preparar online: “Uma das maiores vantagens do curso pela internet é o fato de que o aluno faz seu próprio cronograma de aulas. Além disso, ele não precisa sair de casa para estudar e tem à sua disposição diversos materiais e vasto conteúdo, podendo se preparar  para os vestibulares com tranquilidade”, diz.

Entre as matérias que os estudantes têm que revisar para o vestibular, para muitos estudantes, a matemática é considerada a disciplina mais complicada e, consequentemente, costuma ser “abominada”. Pensando nisso, o Professor Ferretto decidiu ensinar pela internet a tão temida disciplina. “Ensino a matéria de forma simples, desmitificando a ideia de que a matemática é chata e impossível de aprender. Minha meta é que a disciplina seja cada vez mais conhecida e acessível”.

Além do canal no Youtube, Ferretto Matemática, com mais de 2 milhões de inscritos, o professor disponibiliza cursos que também podem ser adquiridos em sua própria plataforma de estudos online. Além disso, em seu blog, Ferretto também dá dicas para entender a matemática de forma prática e sem complicação.

Abaixo, o professor lista dicas essenciais para que os alunos estudem online para as provas de julho:

  • Organize-se e crie uma rotina de estudos

Para estudar online, é fundamental que o estudante seja organizado e tenha disciplina. Para isso, é preciso que ele crie uma rotina de estudos e consiga equilibrá-la com outros compromissos e  atividades, como o lazer, que também é essencial no dia a dia.

“Trace um cronograma, faça planos, definindo as tarefas de maneira específica, com data e horas de estudo marcadas para cumpri-las, e siga esse plano à risca. Eu acredito muito que, quando colocamos um prazo certo para determinada atividade, nossa produtividade aumenta”, explica o professor Ferretto.

  • Analise as condições do ambiente de estudo

O ambiente é um fator muito importante na hora de estudar. Tudo ao redor impacta na concentração do aluno e, consequentemente, no rendimento. No caso do estudo online, além de ser necessário ter acesso à internet, é preciso que o local seja tranquilo, tenha uma estrutura adequada e com boa iluminação.

“Quem estuda em casa, deve procurar um lugar reservado e combinar com seus familiares ou outras pessoas que frequentem o mesmo ambiente, para que evitem interrupções durante o horário de estudo. Além disso, nada de estudar com a TV ligada, música ao fundo, celular com o som alto e com mensagens apitando a todo instante, ou qualquer outro fator que irá tirar a sua concentração”, alerta.

  • Tenha foco e saiba o que cairá nas provas

Para uma rotina de estudos dar certo, além de um bom cronograma, é necessário ter muito foco e concentrar-se especificamente naquilo em que estiver revisando.

“Anote tudo, esteja com todos os materiais necessários, faça resumos e exercícios práticos enquanto estuda, se empenhe e, se for preciso, grave a matéria no celular. Além disso, deixe outras preocupações, planos e pensamentos para outro momento. Pense como toda a atenção e esforço dedicado ao aprendizado compensará futuramente”, aconselha.

Além disso, os editais dos vestibulares são um bom recurso para saber o que vai cair na prova. “Minha dica é: leia sempre o edital de um vestibular. Lá você saberá, literalmente, tudo o que vai cair na prova e, assim, poderá se preparar devidamente para o exame, estudando de maneira assertiva e efetiva”, comenta o professor.

Acompanhe seu rendimento

Quando se estuda online, ainda que o aluno passe horas e horas em frente ao computador, de nada adianta se ele não acompanhar o seu rendimento e verificar se, de fato, aprendeu ou não o que está estudando.

“Você precisa progredir enquanto estuda. Do contrário, estará perdendo tempo. Reveja o conteúdo, refaça os exercícios se for necessário, leia muito e pesquise sobre o assunto, aplicando também na prática o que aprendeu na teoria . E procure verificar sempre sua evolução”, ensina o professor Ferretto.

  • Planeje uma recompensa

Além de todas as dicas anteriores, o professor Ferretto ainda dá mais uma ideia, válida como um “bônus” para o estudante: Segundo ele, recompensar a si mesmo por cada objetivo atingido nos estudos pode ser um poderoso motivador.

“Recompensas simples, terminar os estudos 15 minutos antes ou mesmo uma checada rápida nas redes sociais – ou seja, fatores que costumam atrapalhar os estudos – podem se tornar uma motivação para que você siga em frente”, finaliza.

Veja também: O que você precisa saber sobre os principais vestibulares do país

terça-feira, 11 de junho de 2019

Estão abertas as inscrições para bolsas de estudo do Prouni

Para se inscrever no Prouni, candidato deve preencher campos com número de inscrição no Enem e senha  – divulgação

Estão abertas as inscrições para o Programa Universidade Para Todos (Prouni), referente ao 2º semestre de 2019.

Ao todo são 169.226 vagas, divididas em bolsas de estudo integrais (68.087 ) ou parciais (101.139) em instituições de ensino privadas – que cobrem 50% do valor da mensalidade. Para se candidatar, é necessário acessar o site do MEC  e preencher o cadastro até sexta-feira, 14.

Requisitos

Entre os requisitos, os interessados não podem ter diploma de ensino superior. Devem ter participado, em 2018, do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) – e nele, ter obtido média de 450 pontos na prova. Além disso, alunos que zeraram na redação não podem participar.

 Critérios de renda

Destaca-se, anda, outras condições levadas em consideração pelo programa. Entenda as condições:

Para candidatos a Bolsas integrais, exige-se renda familiar bruta mensal per capita de até 1,5 salário mínimo
Candidatos a bolsas parciais (50% da mensalidade coberta), exige-se renda familiar bruta mensal per capita de até 3 salários mínimos .

Outro quesito adotado leva em conta o histórico social dos estudantes. Para se candidatar, é necessário:

  • ter estudado o ensino médio em escola pública;
  • ter estudado o ensino médio em escola privada, desde que na condição de bolsista integral;
    ter alguma deficiência;
  • ou ser professor do quadro permanente de uma escola pública (nesse caso, o critério de renda familiar não se aplica).

 Mais informações 

Após a aplicação das provas, os resultados da primeira chamada estão previstos para divulgação no 18 de junho, no site do Prouni. Duas semanas depois, no dia 2 de julho, será divulgada a segunda lista.

Em caso de aprovação, o candidato deverá comparecer à instituição de ensino superior desejada para comprovar os dados informados na inscrição.

Caso todas as vagas não sejam preenchidas, uma lista de espera será divulgado no dia 18 de julho. Para saber mais informações sobre o programa, acesse o site do MEC.

Com informações do G1. 

Veja também: 5 aplicativos de matemática para estudar a disciplina em casa

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Vestibular das Fatecs tem inscrições prorrogadas

As inscrições para o processo seletivo das Faculdades de Tecnologia (Fatecs) do Estado de São Paulo foram prorrogadas até as 15 horas da próxima quarta-feira, dia 12.

O Vestibular para o segundo semestre de 2019 oferece 14.885 vagas, distribuídas entre as 73 unidades. O exame será no dia 30 de junho.

 Vestibular das Fatecs tem prazo de inscrições prorrogadas

Inscrições

Para disputar uma das vagas, o candidato precisa ter terminado ou estar cursando o Ensino Médio ou equivalente, desde que no ato da matrícula comprove a conclusão do curso.

Para se inscrever no Vestibular, exclusivamente pelo sitewww.vestibularfatec.com.br,  é necessário preencher a ficha de inscrição e o questionário socioeconômico, imprimir o boleto e pagar a taxa no valor de R$ 70 (em dinheiro) em qualquer agência bancária ou por meio da ferramenta getnet (pagamento com cartão de débito e crédito), disponível na internet.

No ato da inscrição é possível escolher um curso em primeira opção e colocar como segunda opção: o mesmo curso (presencial) de primeira opção em outro período na mesma Fatec; ou o mesmo curso (presencial) de primeira opção oferecido em qualquer período de outra Fatec; ou ainda qualquer curso (presencial) com o mesmo conjunto de disciplinas prioritárias (a relação dos cursos estará na internet no momento em que o candidato for definir a segunda opção), em qualquer Fatec e período.

Candidatos com deficiência

Candidatos com deficiência que precisam de condições especiais para fazer o exame, devem mencionar sua necessidade na ficha de inscrição eletrônica. É necessário encaminhar o laudo médico, emitido por especialista, juntamente com o nome e o número do RG do candidato, por meio de um link específico na área do candidato até as 15 horas do dia 12 de junho.

As secretarias acadêmicas das Fatecs disponibilizam computador e acesso à internet para a inscrição. Cabe ao candidato entrar em contato com a unidade para saber o horário de atendimento para esta finalidade.

O Manual do Candidato está disponível na internet para download gratuito.

Inclusão Social

O Sistema de Pontuação Acrescida do Centro Paula Souza concede acréscimo de pontos à nota final obtida no exame, sendo 3% a estudantes afrodescendentes e 10% a oriundos da rede pública. Quem estiver nas duas situações, recebe 13% de bônus.

Veja também: Aluna da Etec vai à Itália depois de vencer concurso de receitas

terça-feira, 4 de junho de 2019

Sisu do 2º semestre abre as inscrições para 59 mil estudantes

Estão abertas as inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para o segundo semestre de 2019. Ao todo, são oferecidas cerca de 59 mil vagas em 1,7 mil cursos de 76 instituições.

Criado em 2010, o Sisu é um sistema de seleção que usa a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério de acesso às universidades públicas de todo o país.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), este é o maior número ofertado para o segundo semestre desde a criação do programa

Como se inscrever

Para fazer a prova, os candidatos  deverão se cadastrar no site do Sisu (http://bit.ly/1lfTD8T) a partir desta terça-feira, 4, até sexta-feira, 7.

O resultado será divulgado na segunda-feira, 10. Já as matrículas poderão ser realizadas entre 12 e 17 de junho. Com informações do G1.

Veja também: Cinco dicas para usar a nota do Enem no Sisu

Colégio Embraer abre inscrições para processo seletivo

O Colégio Embraer abriu as inscrições para o Processo Seletivo 2020. São 320 vagas para alunos do ensino médio nas regiões de São José dos Campos e Botucatu, no interior de São Paulo.

A novidade deste ano é a possibilidade de participação na modalidade “treineiro”, destinada aos estudantes que ainda não terminaram o ensino fundamental, mas que desejam conhecer a prova.

O edital que indica os critérios para a seleção e detalhes sobre as inscrições está disponível no site  http://bit.ly/2HVbfXV

Anualmente, as duas unidades de ensino atendem a 960 alunos (sendo 600 em São José dos Campos e 360 em Botucatu) – Divulgação

Processo seletivo

O processo seletivo é realizado pela Fundação Vunesp e a taxa para inscrição é de R$ 55,00. A prova acontece no dia 25 de agosto.

No Colégio Embraer de São José dos Campos estão disponíveis 160 vagas sociais e 40 para alunos pagantes. Em Botucatu, são oferecidas 96 vagas sociais e 24 para pagantes.

Anualmente, as duas unidades de ensino atendem a 960 alunos (sendo 600 em São José dos Campos e 360 em Botucatu), que são divididos pelos três anos do ensino médio.

Além da alta taxa de aprovação dos estudantes em universidade públicas, na ordem de 80%, o diferencial dos colégios está na formação dos estudantes como cidadãos livres, ativos e solidários, capazes de entender e atuar no mundo de forma criativa e ética.

Veja também: Sabesp abre 947 vagas para jovens dos ensinos médio e superior

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